Teste
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Existe hoje um movimento organizado com a intenção de difundir a idéia de se amar várias pessoas ao mesmo tempo. A Wikipédia, enciclopédia livre da Internet, dá a seguinte definição:
"Poliamor é a tradução livre para a língua portuguesa da palavra polyamory (palavra híbrida: poly é grego e significa muitos, e amor vem do latim), que descreve relações interpessoais amorosas que recusam a monogamia como princípio ou necessidade. Por outras palavras, o poliamor como opção ou modo de vida defende a possibilidade prática e sustentável de se estar envolvido de modo responsável em relações íntimas, profundas e eventualmente duradouras com várias/os parceiras/os simultaneamente. (...) Poliamor como movimento existe de um modo visível e organizado nos Estados Unidos nos últimos 20 anos, acompanhado de perto por movimentos na Alemanha e no Reino Unido. Recentemente, a imprensa começou a cobrir abertamente quer o movimento poliamor em si, quer episódios que lhe são ligados. Em novembro de 2005, realizou-se a Primeira Conferência Internacional sobre Poliamor em Hamburgo, Alemanha."
O verbete é ilustrado com uma passeata em Londres dos adeptos dessa prática amorosa, com uma grande faixa na qual se lê: Polyamory. No Google, são encontradas 769 citações para a palavra poliamor e 840 mil para a palavra polyamory, nos mais diversos idiomas.
No poliamor uma pessoa pode amar seu parceiro fixo e amar também as pessoas com quem tem relacionamentos extraconjugais, ou até mesmo ter relacionamentos amorosos múltiplos em que há sentimento de amor recíproco entre todos os envolvidas. Os poliamoristas argumentam que não se trata de procurar obsessivamente novas relações pelo fato de ter essa possibilidade sempre em aberto, mas, sim, de viver naturalmente tendo essa liberdade em mente. "O poliamor pressupõe uma total honestidade no seio da relação. Não se trata de enganar nem de magoar ninguém. Tem como princípio que todas aspessoas envolvidas estão a par da situação e se sentem à vontade com ela. A idéia principal é admitir essa variedade de sentimentos que se desenvolvem em relação a várias pessoas, e que vão além da mera relação sexual."21
21 Texto retirado do site http://poliamor.yatros.com.br.
22 Texto retirado da página na Internet http://actualidad.terra.es/sociedad/articulo/ poliamor. 23 Idem.
O poliamor aceita como fato evidente que todos têm sentimentos em relação a outras pessoas que as rodeiam. Como nenhuma relação está posta em causa pela mera existência de outra, mas, sim, pela sua própria capacidade de se manter ou não, os adeptos garantem que o ciúme não tem lugar nesse tipo de relação. "Não é o mesmo que uma relação aberta, que implica sexo casual fora do casamento, nem na infidelidade, que é secreta e sinônimo de desonestidade. O poliamor é baseado mais no amor do que no sexo e se dá com o total conhecimento e consentimento de todos os envolvidos, estejam estes num casamento, num ménage à trois, ou no caso de uma pessoa solteira com vários relacionamentos. Pode ser visto como incapacidade ou falta de vontade de estabelecer relações com uma única pessoa, mas os poliamantes se sentem bastante capazes de assumir vários compromissos, da mesma forma que um pai tem com seus filhos.
O poliamor ganha visibilidade
Nan Wise, psicoterapeuta que pratica o poliamor, reconhece que é necessário muita estabilidade emocional. Ela é casada com John Wise há 24 anos e os dois mantêm uma relação amorosa com outro casal, Júlio e Amy. Como muitas dessas relações, Nan tem com John sua "relação primária", e com Júlio e Amy uma relação secundária, termos que servem para atribuir níveis de importância a quem participa de um mesmo grupo. "As modalidades e escalas de valores desse tipo de relacionamento podem parecer complexos para quem desconhece como operam, mas o fenômeno está sendo mostrado em grupos de discussão, sites na Internet, eventos e filmes."
Embora a relação amorosa entre três ou mais pessoas permaneça à margem da sociedade, os que a praticam são cada vez mais visíveis ao compartilhar sua experiência. Sites como www.polyamory.com e
www.polyamory.org oferecem desde dicas para a relação entre poliamantes até músicas, ensaios, artigos de opinião, filmes e literatura de ficção sobre o assunto. A Polyamory Society é uma organização sem fins lucrativos que promove e apóia os interesses de indivíduos com relacionamentos ou famílias múltiplas. Para a escritora americana Barbara Foster, que estuda o poliamor e o pratica com seu marido há mais de 20 anos, trata-se de um movimento social muito importante e que está na moda. Os poliamoristas advertem que essa prática amorosa é uma escolha, assim como é a monogamia, e traz consigo tantos ou mais desafios. Ela, definitivamente, não é uma solução para um mau casamento ou outros problemas de relacionamento.c
Fonte: Regina Navarro.





Segundo as estatísticas da última pesquisa do IBGE, em 2010, 14% das mulheres brasileiras não têm planos de engravidar. Na pesquisa anterior, a porcentagem era de 10%. Além disso, o Censo mostra que as mulheres com mais instrução (mais de 7 anos de estudo) estão sendo mães mais tarde, depois dos 30 anos, e a média de filhos por mulher diminuiu drasticamente - de 6,1 para 1,9 nos últimos 50 anos.
Fato que a inserção da mulher no mercado de trabalho e a mudança de papel que isto gerou, tem adiado o desejo de ter um filho e até excluído esta vontade. "Surgem outras prioridades que acabam se tornando impedimentos. Não acredito em mulheres malabaristas que tem um trabalho, três filhos, um marido (o quarto filho), sogra, cunhados, cachorro, só frequentam festas infantis, parquinhos e dizem que são plenamente felizes. Não quero dizer que seja impossível, mas lá no fundo surge um vazio. O vazio de ser você mesma e não ter tantas pessoas dependendo só de você. Isso exige que você tenha muita, mas muita disposição pra empreitada", afirma Kátia dos Anjos, de 37 anos, que optou por não ter filhos.
Encaixar um filho na rotina da mulher de hoje é um desafio. Segundo a psicóloga Dra. Margareth dos Reis, a mudança do papel da mulher na sociedade trouxe esta possibilidade de escolha. "É uma conquista do sexo feminino. Hoje em dia, ela tem métodos contraceptivos diversos e a opção de querer ou não ter filhos. Por outro lado, acredito também que muitas mulheres adiam o sonho de ser de mãe em virtude desta rotina, dessa sobrecarga que existe atualmente. Há a dificuldade de encaixar um filho nisso tudo", afirmou.
A carreira profissional, muitas vezes, fica em primeiro plano na vida das mulheres. Porém, para quem tem a vontade de ser mãe, não costuma ser impeditivo. Em seu livro Mulheres de sucesso querem poder...amar, Joyce Moysés fala a respeito da integração da vida profissional com a pessoal. Além de dar dicas sobre relacionamentos, ela cita mulheres que desejam a maternidade, mas acabam adiando e perdem para o relógio biológico. "A mulher pode se organizar para isso e ter uma família para qual voltar depois da longa jornada de trabalho", disse a escritora e jornalista.
O relógio biológico é sinônimo de fertilidade. Ao longo dos anos, após a primeira menstruação, a produção de óvulos vai diminuindo e as dificuldades para engravidar aumentam. Para a medicina, este processo começa por volta dos 30 anos.
"Todo mundo me dizia que quando eu fizesse 30 ia sentir a pressão do relógio biológico. Estou com 32 e não senti nada disso ainda. A maioria dos meus ex-namorados também não queria filhos, então acho que isso facilitou. Também não sofro pressão da família porque acho que desde os 13 anos eu digo que não penso em ter filho, então todos acostumaram", conta Flávia Faccini, de 32 anos.
Estar com uma pessoa que tem o mesmo ideal, como aconteceu com Flávia, ajuda a sedimentar a decisão. Mas se o parceiro insiste, mesmo contra a vontade da mulher? "Isso é uma coisa que deve ser conversada desde o início do relacionamento para que o outro tenha noção do que esperar. Eventualmente, esta vontade pode mudar. Mas a mulher não deve se sentir pressionada a fazer algo que ela não quer. O respeito deve vir acima de tudo", aconselha a Dra. Belinda.
Fonte: Priscila Tieppo
Ainda acho esse número pequeno, devido aos avanços da mulher moderna, e você, pretende ter filhos?

A mulher trai quando:
1. Falta diálogo
Conversar sobre os pequenos prazeres da vida e até passar por uma “DR” (discutir a relação) de vez em quando deixa a mulher mais segura no relacionamento. Falar sobre sexo também é importante, já que o assunto ainda é tabu para muitos casais. “As mulheres que me procuram sabem exatamente como e onde querem ser tocadas, mas a falta de conversa e muitas vezes de intimidade com o parceiro as afugenta. Também tenho clientes fixas que descobriram o que era um orgasmo no quinto ou sexto atendimento. A mulher é diferente do homem, precisa se sentir relaxada e segura para poder entregar-se ao prazer. E a maioria dos maridos peca por não dar atenção ou não ter paciência para isso”, declara G. S., 32, garoto de programa de São Paulo que só atende a mulheres.
2. Não há romance
“Em pesquisas feitas em outros países, identificamos que a falta de sexo é um dos principais motivos para a traição. Mas, quando falamos das brasileiras, notamos que a falta de carinho, romance e atenção por conta do parceiro é uma das questões que pesam mais”, comenta Laís Ranna, vice-presidente do site Ohhtel.com, que atende no Brasil e também nos Estados Unidos, Canadá, Argentina, Chile, Paraguai e Peru.
3. Falta emoção na vida do casal
A mulher costuma criar muitas expectativas em torno de um relacionamento. Mas a vida não é um conto de fadas, tampouco o “príncipe”, encantado. “Todo mundo precisa de um complemento afetivo. A decepção da mulher com o perfil masculino, a falta de sensibilidade deste e sua frustração diante da expectativa fantasiosa de romance podem fazer com que a mulher procure emoções mais fortes fora de casa”, declara João Borzino, médico clínico, sexologista, terapeuta sexual e orientador sexual pela Faculdade de Medicina do ABC.
4. Acumula funções
É comum o desejo esfriar com o tempo, especialmente se o casal tem filhos e a mulher precisa sobrepor suas funções com a de mãe. “A mulher acaba por trair nessas situações, porque perde sua ligação afetiva e hipervaloriza a relação fraterna com o marido. Traduzindo: eles viram parceiros, grandes amigos, ou apenas dividem a vida, a rotina, as brigas e desentendimentos. Ela coloca acima de tudo a família, os filhos e todo o enlace social e econômico. Aí fica um vazio, a falta do par romântico. O resultado: traição, e de ambos os lados”, explica o médico.
5. Está insatisfeita com sua vida
Vida pessoal instável, uma carreira que não é a dos sonhos... Quando estão insatisfeitas com as escolhas do passado ou com o rumo no qual a vida caminha, as moças têm tendência a trair. “Hoje, a mulher está assumindo um papel mais 'masculino'. Empenha-se em desenvolver o lado profissional e não deixa aflorar suas necessidades de mulher. Quando se dá conta, o tempo passou e ainda não se casou ou teve filhos. Quando chega aos 30, 35 anos, bate o desespero e ela sai ‘à caça’ de um parceiro. Quer avidamente se casar, o que faz com que os relacionamentos sejam curtos e a seleção, precipitada. Quando cai em si, se decepciona com o homem que escolheu. Assim, acontece de ela sair à procura de um complemento mais adequado ao seu perfil”, declara João Borzino.
Características das mulheres que mais traem no Brasil
Idade média: 33
39% são executivas
59% são casadas e têm pelo menos um filho
52% são casadas há sete anos ou mais
36% traem por vingança
67% preferem homens mais velhos (entre 40 e 50 anos)
* Fonte: Site Ashleymadison.com

1. Falta sexo em casa
Que homem nunca ouviu o famoso “Hoje não, estou com dor de cabeça”? Uma vez, ainda vá lá. O problema é quando esta e outras desculpas acontecem com muita frequência. “Em uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pelo nosso site, em 2009, descobrimos que cerca de 40 milhões de americanos estavam em casamentos sem relação sexual. Na maioria dos casos, porque um dos parceiros perdeu todo o desejo pelo outro e só lhes restam três opções: celibato, divórcio ou suprir as necessidades físicas com outra pessoa, mesmo amando sua esposa ou marido”, conta Laís Ranna.
2. Entrega-se à poligamia
Mirian Goldenberg, antropóloga e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), lembra que os homens consideram a infidelidade algo biológico. “Para ele, é natural ser poligâmico; já as mulheres são educadas para ligar o sexo ao amor. Tanto que, em um mercado em que os maridos são escassos, as brasileiras casadas sentem-se triplamente poderosas: por terem um produto raro e extremamente valorizado no mercado; por se sentirem superiores e imprescindíveis para seus maridos; e, principalmente, por acreditarem que são fiéis”.
3. Há mais mulheres (e amantes) que homens
Em seu livro “A Outra” (Editora Record), Mirian cita dados apontando que há uma grande diferença entre o número de homens e mulheres à procura de parceiros. “A população brasileira está envelhecendo e a composição da faixa mais velha é majoritariamente de mulheres. Percebi que a frase ‘falta homem no mercado’ é uma realidade bastante cruel”, revela a antropóloga. E, já que falta homem solteiro, as mulheres se acomodam com o que há de oferta: ser a “outra” de um já comprometido. E eles aproveitam para trair mais. “Os homens têm mais escolhas e quanto mais velhos, melhor fica o mercado para eles. Já para as mulheres mais velhas e solteiras, restariam as opções do casamento insatisfatório, a solidão, a relação com outra mulher ou buscar parceiros mais jovens ou de outras classes sociais. Ou seja, ser amante de um homem casado se apresenta como uma solução para as que ‘sobram’, e não um fracasso individual ou uma predisposição psicológica”, declara Mirian.
4. Falta ousadia na cama
A garota de programa A. J., 28, diz que a grande maioria de seus clientes são casados. Alguns se consideram fiéis, mas saem com ela há anos apenas porque sentem falta de ousadia e cumplicidade na hora do sexo. “A mulher não entende que o homem quer a dama na sociedade e a amante na cama. Se ela não inventa, ele enjoa e vai 'comer fora'; é normal. A principal queixa é a falta de atitude, vaidade e feminilidade por parte das esposas. Por isso, eles passam a procurar serviços como o meu”, entrega.
5. Sente-se inseguro com sua virilidade
Dar conta do recado é questão de honra para o homem. E, se ele já não se sente tão confiante, procura culpados para o problema. “Quando são tomados pelo medo de falhar (leia-se broxar), muitos homens fazem o teste do ‘pula cerca’, no intuito de averiguar se o problema é com ele ou em casa” conta João Borzino. Se sua companheira é de personalidade forte, o problema só se agrava. “Ele sente que a mulher está muito competitiva, objetiva e determinada com o trabalho e as resoluções da vida do casal. Nesse momento, vai à busca de outra mais feminina, submissa, mansinha, para ele se sentir mais macho”, explica o médico.
Características dos homens que mais traem no Brasil
Idade média: 42
69% têm dois ou três filhos
29% trabalham com finanças ou no setor industrial
34% traem para sair da rotina
62% têm mais de um caso
73% preferem mulheres mais novas (entre 20 e 30 anos)
* Fonte: Site Ashleymadison.com
Curiosidades:
| - Com pouco mais de dois meses no Brasil, o Ohhtel.com tem mais de 281 mil usuários e um milhão de visitantes. |
| - São Paulo lidera os cadastros, com 72 mil membros registrados. Destes, 67% são homens. |
| - 90% dos homens e 89% das mulheres cadastrados tiveram pelo menos uma relação fora do casamento. |
| - A maioria dos brasileiros não tem apenas um caso durante a vida: 65% dos homens e 32% das mulheres já tiveram pelo menos cinco casos. 38% das mulheres disseram ter tido entre dois e quatro casos. |
| - A maioria (79% dos homens e 77% das mulheres) dos brasileiros que participou da pesquisa afirma que o fato de ter casos extraconjugais evita a necessidade de pedir um divórcio. |
| * Fonte: Site Ohhtel.com |
Cientistas britânicos estão realizando estudos pioneiros, com o objetivo de criar o 'sutiã perfeito'.
A equipe, da Universidade de Portsmouth, na Inglaterra, está criando um banco de dados sobre a biomecânica dos seios.
Segundo os pesquisadores, as informações são valiosas em vários campos, da medicina ao esporte, passando pela indústria da moda.
A equipe está investigando, por exemplo, as consequências da falta de suporte adequado para os seios durante atividades esportivas.
Esse tipo de conhecimento pode, mais adiante, abrir caminho para a criação de um sutiã que melhore o desempenho de atletas mulheres.
Padrões de movimento
Sob direção da especialista Joanna Scurr, a equipe do Departamento de Ciência e Esportes da Universidade de Portsmouth testou centenas de mulheres com tamanhos diferentes de seios, usando vários tipos de sutiãs e fazendo todo tipo de atividades - jogando tênis ou fazendo limpeza, por exemplo.
Durante os experimentos, os especialistas usaram tecnologias de ponta para capturar e medir movimentos do corpo e dos seios. Aparelhos especiais também avaliaram os efeitos dos diferentes tipos de sutiã sobre a atividade muscular e sobre as forças produzidas durante a atividade.
Os testes registraram um movimento máximo de 21 cm do seio durante exercícios.
Quando uma mulher caminha, seus seios se movem de três formas, em quantidades iguais (33%) para dentro e para fora, para cima e para baixo e de um lado para o outro.
Quando ela corre, no entanto, o padrão muda: 51% do movimento será para cima e para baixo, 22% de um lado para o outro e 27% para dentro e para fora. O padrão final do movimento assume o desenho de um 8.
Como era de se esperar, quanto maior o seio, maior o movimento.
Mas os estudos também revelaram que o uso de um sutiã esportivo reduziu o movimento dos seios em quantidades semelhantes para mulheres com os menores e os maiores tamanhos de seios.
Segundo a equipe britânica, se o movimento não é reduzido, há o risco de que a mulher danifique os ligamentos que sustentam as mamas, os ligamentos de Cooper, que não podem ser reparados.
O excesso de movimento também pode ser doloroso, fazendo com que muitas mulheres se privem de esportes e de uma vida ativa e saudável.
No campo dos esportes, as investigações concluíram que o suporte inadequado dos seios pode afetar as forças produzidas por uma corredora, afetando seu desempenho.
Recomendações
Apenas recentemente fabricantes procuraram o auxílio da ciência na tentativa de melhorar o desenho do sutiã.
'Nós abordamos a questão do suporte ao seio de um ângulo muito diferente em comparação ao desenhista de sutiã', disse Scurr à BBC Brasil.
'Desenhistas e fabricantes de sutiã tendem a olhar o que existe hoje e modificar isso. Nós estabelecemos o suporte requerido e trabalhamos com o fabricante para desenvolver produtos que atendam a esses requerimentos'.
A maioria dos sutiãs convencionais tenta diminuir movimentos dos seios para cima e para baixo - mas não impedem movimentos laterais ou para dentro e para fora.
A equipe britânica diz estar tentando criar sutiãs que limitem os movimentos nas três direções.
Mas enquanto buscam o sutiã ideal, Scurr e sua equipe aconselham que, para fazer exercícios, as mulheres procurem sutiãs que se ajustem bem ao corpo e que ofereçam suporte adequado.
Entre os fatores a ser considerados estão ajustabilidade, alças largas e acolchoadas, suporte e conforto.
Fonte: G1

Os pesquisadores entrevistaram 320 mulheres entre 35 e 69 anos que já haviam sofrido um ataque do coração e as compararam com 1.565 mulheres saudáveis da mesma idade. Além de questionadas sobre a quantidade de bebida, elas também respondiam sobre o uso de cigarro, dietas, atividade física e qualquer outro fator que influenciasse as doenças.
O resultado: mulheres que bebiam uma vez por dia tinham uma chance 31% menor de desenvolver uma doença do coração ou pressão alta, comparadas com as que bebiam menos do que isso. Entre as que bebiam menos do que uma dose por dia, mas que tomavam um porre de vez em quando, o risco de desenvolver as doenças aumentava em 30%. (Em outro estudo, feito em homens, o consumo regular e diário de álcool aumentou a fibrilação atrial, batimento irregular do coração. O que pode, em alguns casos, resultar em uma parada cardíaca.)