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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Miss Brasil Plus Size

Olá meninas!!!!

Vocês viram a Miss Brasil Plus Size? Para quem não viu, a vencedora é nascida na cidade de Brasília, a representante do Mato Grosso do Sul Barbara Monteiro derrotou 25 concorrentes e foi eleita na noite de domingo, 29, Miss Brasil Plus Size.




Assim como candidatas de concursos como Miss Brasil, por exemplo, as concorrentes desfilaram de traje de banho, gala e casual. As seis finalistas também passaram por uma bateria de perguntas previamente elaboradas.




Na sua rotina diária ela pratica dança, conforme disse em entrevista: “Faço parte de uma companhia de dança do ventre. A gente não pode descuidar. Tem que se movimentar sempre.”



A representante do Rio de Janeiro, Roberta Breves, ficou em terceiro lugar. Na segunda colocação ficou Sylvia Barreto, que representou o estado de São Paulo. A vencedora do Miss Brasil Plus Size ganhou uma viagem de 14 dias para a Suíça e contrato de um ano de trabalho no valor de dez mil reais, além de outros prêmios.
Ta começando a repercutir a moda Plus Size! To gostando de ver =)

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Auto-estima Plus Size!

Bom dia meninas!


Cá entre nós: a maioria das mulheres vive preocupada com o ponteiro da balança e, muitas vezes, deixa de aproveitar a vida com tanta cobrança para estar sempre linda e desejável. Mas, felizmente, nem todas são assim.




Colocando um basta na ditadura da beleza magra, começa a surgir uma tendência no país que busca identidade e respeito para as mulheres reais, as chamadas plus size. Sim, essa especificação abrange moças que vestem do manequim 44 ao 52. E não são poucas. Dados de agosto do ano passado divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que metade da população adulta está acima do peso.





Logo após os principais desfiles de moda terem exibido corpos esguios pelas passarelas de Rio e São Paulo, uma modelo brasileira reconhecida lá fora botou literalmente as mangas de fora. Fluvia Lacerda, 1,72 de altura e dona de um manequim 48 esbravejou: “Enquanto o movimento plus size ganha força no cenário internacional, no Brasil, as mulheres curvilíneas são excluídas dos principais eventos de moda”, reclama a top.




Insegurança x imagem corporal

Para o escritor e psiquiatra Roberto Shinyashiki, a falta de segurança pode afetar a nossa autoimagem. “Tanto para mais quanto para menos, a falta de confiança em si pode alterar não só a imagem corporal, assim como, nossas competências e incompetências”. Ele afirma que o crescimento desse mercado e a busca da mídia por mulheres reais beneficiam a todos, já que as referências passam a ser mais humanas.





A boa forma das celebridades nos atormenta cada dia mais. Um estudo do The Royal College of Midwives, na Inglaterra, revelou que 60% das mulheres pesquisadas se sentem pressionadas quando vêem mães famosas "super magras", poucos dias depois do parto. “Observamos que o desejo de transformar-se numa outra pessoa é quase uma ‘epidemia’ lá fora e, por aqui, a coisa não é diferente”, observa o cirurgião plástico Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada.





Mercado em crescimento

A expectativa da evolução do segmento plus size é grande e fez com que Mariana Gandolfo Varuzzi abandonasse sua carreira no mercado financeiro e criasse uma nova marca:
"La Mafê", depois de assistir uma reportagem sobre as dificuldades das mulheres “reais” ou fora dos “ditos padrões de beleza.


A empresária então encomendou uma pesquisa de mercado e comprovou a carência de opções para figurino a partir do manequim 44. Ela criou uma grade que atende do 42 ao 52. “Lançamos nossa primeira coleção no Fashion Weekend Plus Size do ano passado e o retorno foi muito positivo. Recebemos muitos e-mails elogiando e querendo comprar as nossas roupas. Em menos de um ano, já estamos vendendo para várias lojas multimarcas no Brasil inteiro”, comemora.



Outro exemplo de desenvolvimento é o da marca de lingerie
Dilady. A grife investe na produção de peças diferenciadas, que vão do número 40 ao 54, com modelagens arrojadas e costura reforçada para maior sustentação. A surpresa é que a produção GG já corresponde a 30% da confecção anual da marca, que pretende ampliar as linhas ainda mais, para esse tipo de público.