Quanto tempo né? Bem... voltei \o/.
Esse video e mais antiguinho, mas é bom para refletir...
Boas festas galera!!!








Scarlett Johansson, 26 anos, divorciou-se de Ryan Reynolds em dezembro e agora estaria namorando o ator de 50 anos, Sean Penn. O engraçado é pensar que a filha de Penn é apenas seis anos mais nova do que Scarlett!
Demi Moore recebeu o apelido de 'predadora' quando começou a namorar o ator Ashton Kutcher, 15 anos mais novo que ela. Eles se casaram em 2005 e ainda continuam juntos.
Danielle Winits, 38 anos, terminou o casamento com Jonatas Faro, 23 anos, do mesmo jeito que começou: rápido demais. O romance começou em abril, eles casaram-se em dezembro e há algumas semanas anunciaram a separação. A atriz também namorou o ator Bruno Gagliasso, de 29 anos.
De vez em quando Madonna ainda é vista com Jesus Luz, mas desde outubro do ano passado a diva de 52 anos tem saído com Brahim Zaibat, dançarino de 24 anos. Os dois homens têm a metade da idade dela... como ela consegue?
Michael Douglas casou com Catherine Zeta-Jones plenamente consciente da diferença de 25 anos entre os dois. Eles têm dois filhos e uma curiosidade: o filho do casamento anterior de Michael tem apenas 10 anos a menos que Jones!
Tom Cruise é 16 anos mais velho do que Katie Holmes. Imagine só: quando ela nasceu ele já podia tirar a carta de habilitação!
Jay-Z é 12 anos mais velho do que Beyoncé. Apesar dele sempre aparecer com 99 problemas diferentes, ela não é uma mulher que se deixa ficar pra trás...
O par romântico do momento, Russell Brand, 34, e Katy Perry, 25, são outro casal com grande diferença de idade. Mas os nove anos de diferença não foram suficientes para acabar com o amor dos pombinhos.
Você pode não acreditar, mas há 12 anos de diferença entre Brad e Angelina. Ele parece ter muito menos do que 47 anos, enquanto ela parece ser muito mais madura do que uma mulher de 35.
Susana Vieira, 66 anos, namora com Sandro Pedroso, 25, desde 2009. No passado a atriz namorou com o policial Marcelo Silva, também mais novo do que ela.
O romance entre os cantores Mallu Magalhães e Marcelo Camelo conta com uma diferença de 14 anos de idade. O casal apaixonado assumiu o romance em 2008, quando ela tinha apenas 16 anos e ele, 30
Mariah Carey casou há alguns anos com o ator Nick Cannon, 10 anos mais jovem que a cantora. Muitos não acreditaram que o relacionamento fosse durar, mas as coisas continuam indo muito bem para o casal apaixonado.
Marília Pêra mantém há mais de 10 anos um relacionamento com o economista Bruno Faria, 20 anos mais novo do que a atriz. Isso sim é ser uma verdadeira diva!
David Schwimmer ficou conhecido como 'Ross' da série televisiva 'Friends'. Apesar de na trama seu personagem ter azar no amor, na vida real as coisas são bem diferentes. Ele é casado com a linda atriz britânica Zoe Buckman, 19 anos mais nova do que ele.
Idade é apenas um número para Calista Flockhart e Harrison Ford, que desde 2002 estão juntos apesar da diferença de 22 anos.


Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o Valentine's Day. E na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta da amada.
O dia é hoje muito associado com a troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas. Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa. Estima-se que, mundo afora, aproximadamente um bilhão de cartões com mensagens românticas são mandados a cada ano, tornando esse dia um dos mais lucrativos do ano. Também se estima que as mulheres comprem aproximadamente 85% de todos os presentes no Brasil.
O dia de São Valentim era até há algumas décadas uma festa comemorada principalmente em países anglo-saxões, mas ao longo do século XX o hábito estendeu-se a muitos outros países.
Para você que tem namorado(a), não custa nada curtir este dia né?



A psicóloga especialista em educação Fernanda Araujo Cabral, explica que a suposta preferência das mães pelos filhos é analisada pela psicanálise com a teoria do Complexo de Édipo. Trazendo a teoria ao cotidiano, a explicação seria que os filhos encontram seu complemento nas mães e por isso esforçam-se para agradá-la e conquistá-la, imitando o pai para conseguir o papel e a parceria que este tem no relacionamento pai e mãe.
O mesmo vale para as meninas em relação aos pais. A diferença no tratamento da mãe com o filho é uma resposta a isso. "Como exemplo recordo-me da fala de um menino em situação terapêutica em que ele fala sobre ter tirado más notas na escola e temer a bronca que levaria do pai. Quando questionei sobre a postura da mãe ele disse que a mãe também ficaria brava, mas que ele sabia como agradar a mãe e fazer com que ela ficasse menos brava".
Porém, Fernanda detalha que não é tão simples generalizar com teorias, além disso o estudo indica somente que a mãe tende a repreender menos filhos meninos. Ela explica que diferenças no tratamento que os pais dão para os filhos são naturais, saudáveis e importantes para o desenvolvimento da personalidade nas crianças. "A igualdade na relação com os filhos não ocorre nem entre filhos de sexo oposto e nem entre filhos do mesmo sexo, pois cada criança vai desenhando uma personalidade diferente". Outro exemplo de exigência diferenciada tem a ver com filhos mais velhos serem mais exigidos que os filhos mais novos porque os pais temem mais errar.
No caso da diferenciação por causa do sexo, Fernanda conta que existem dois fatores marcantes que geram alguma diferença no tratamento. Um deles é social, já que historicamente existe a exigência de que as mulheres sejam mais caprichosas, atentas, tenham melhores notas na escola e bom comportamento. "Assim as mães tendem a cobrar mais tais comportamentos de suas filhas, tornando-se menos exigentes com os meninos". E o outro é projetivo, que se explica com o fato de que por serem do mesmo sexo e assim ter maior identidade com o histórico de vida da menina, as mães tendem a projetar suas frustrações na filha, exigindo que elas conquistem tudo aquilo que a mãe não conseguiu. "Também por julgar entender o que as meninas passam, as mães tendem a se comparar e acreditar que ‘se eu podia fazer, minha filha também poderá’".
Mas a relação entre mãe e filha não é só cobranças, por outro lado é normal haver maior cumplicidade e empatia. "Mãe e a filha se identificam no gosto por brincadeiras, no gosto por roupas ou maquiagens e até mesmo na busca ou preferência por ídolos. Já que os filhos do mesmo sexo têm a tendência imitar e se identificar com o comportamento do pai ou da mãe, é importante ressaltar e valorizar essa característica na relação, pontuando o companheirismo".
No caso de famílias com meninos e meninas em que há a reclamação de preferência, o mais importante é deixar claro que as relações se estabelecem de maneiras diferenciadas e não diz respeito a gostar mais ou menos, com o objetivo de evitar mágoas. "É claro que vez ou outra surgirão reclamações características de "ciuminho"e isso faz parte de qualquer relacionamento, nada que não se resolva com um pouco de mimo, que de vez em quando, faz bem para todo mundo".
Ola meninas,
Eles não têm útero, acham que modess é tudo igual e estão longe de saber o que é uma cólica menstrual. Só que o mau humor acusa: apesar de não sangrarem todo santo mês, os homens também sofrem de TPM, uma espécie de "Tensão Pra Macho".
Nada que os cientistas possam comprovar, mas quem atura a instabilidade emocional, devidamente temperada com a típica agressividade dos muchachos, sabe bem o que isso significa.
Ataque de nervos
Mulheres com profundo conhecimento de causa já arrumaram até uma explicação para o fenômeno: um reflexo invejoso de não ter a quem culpar na hora de um ataque de nervos. A estudante Marcela Latini é uma das que crê na existência da TPM masculina: "TPM de homem é falta de sexo ou dinheiro. Se for os dois, então, fuja, principalmente se você não quiser dar nenhum deles", aconselha.
O cartunista Miguel Paiva culpa a montanha russa hormonal das próprias mulheres pelos ataques masculinos. "A nossa TPM é diluída na TPM da mulher. Vem por osmose", garante. Para Elke Maravilha, é tudo uma questão de "diversidade comportamental". "Homem tem TPM sim, mas na mulher ela vem histérica", teoriza. Já a apresentadora Monique Evans acredita que o problema dos rapazes é outro, bem diferente do nosso sagrado caldeirão mensal de arrepios. "Acho que o que homem tem é mau humor crônico", diz.
Egoístas e volúveis
Assim como as mulheres, os homens também reconhecem os sintomas da controvertida tensão. "Tem dias em que acordo esquisito, começo a sentir coisas sem explicações e, logo depois, mudo de idéia sem justificativa", reclama o jornalista Henrique Rebello. E ai de quem chamá-lo de volúvel. "É um saco, me sinto com aquela inconstância que eu tanto odeio nas mulheres! Quando minha namorada diz que tô de TPM porque não consigo escolher o programa de sábado e quando finalmente a gente sai, nada me agrada, fico ainda mais fulo da vida. Levanto e vou pra casa", afirma.
Na opinião da empresária Tatiana Paiva, o homem é tão egoísta que nem sofre com a própria TPM. "Ele vai descontando nos outros, como na mulher, por exemplo. Eles não sabem lidar com essas coisas", prega. Com o geógrafo Rodrigo D'Ávila o drama é complexo. "O mau humor é o sintoma principal. Fico com a sensação de que tudo o que acontece no mundo, de um modo ou de outro, me diz respeito. Então, a cada coisa que acontece, o meu humor muda de rumo", completa.
O vulcão da libido
Se a TPM existe entre os homens, o psicólogo Paulo Próspero afirma que tudo não passa de um reflexo do comportamento humano. "Não tem nenhuma alteração hormonal, nada físico que seja a razão dessa mudança de humor, ao contrário da mulher", explica. Para ele, a confusão dos sintomas acontece graças aos movimentos naturais do inconsciente. "A gente tem variações de humor por várias questões. Essa impressão existe porque somos uma máquina em contínua ebulição. E isso que está em ebulição se chama libido, é o nosso material energético e precisa ser direcionado para uma lado, pelo sexo, pelo trabalho, produção intelectual. Nós humanos somos um vulcão e, como todo vulcão, às vezes explodimos. É isso que nos faz vivo", diz. Só que quem está por perto precisa ter muito cuidado para não se queimar.


Os casais estão mudando. Hoje, em 23% dos casamentos a mulher é mais velha do que o homem. Em 1999, eram 19,3%
Segundo o IBGE, os casamentos em que homem são mais velhos do que as mulheres ainda compõem a ampla maioria. Porém, na comparação entre os anos de 1999 e 2009 existe um aumento significativo de mulheres que se casam com homens mais novos. No final do milênio, em 19,3% dos casamentos as mulheres eram mais velhas do que os homens. No ano passado, esse número chegou a 23%. Este é um dos poucos casos que acontecem com a mesma intensidade em todos os Estados do País. É um retrato de um País que aos poucos vai superando alguns tabus. Outro deles é que só é possível ser mãe no começo da juventude.
Em São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Distrito Federal já há mais mulheres tendo filhos quando estão na faixa entre 25 a 29 anos do que na faixa entre 20 e 24 anos. Além disso, há mais mães com idade de 30 a 34 anos do que mães adolescentes nesses lugares. No Brasil, contudo, os nascimentos ainda estão concentrados na faixa etária que vai dos 15 aos 24 anos. Um resultado prático desta mudança é que cada vez mais pessoas se separam antes de ter filhos. Casos como este respondiam por 25,6% das separações em 1999. Hoje, respondem por 37,9%.
Os divórcios sem filhos estão cada vez mais comuns. Em 1999, eles respondiam por 25,6% do total. Hoje, são 37,9%
Com essas mudanças, o Brasil começa a conviver com um número cada vez maior de modelos de famílias. Nas décadas anteriores, o País experimentou a o crescimento do número de famílias nas quais os filhos são de casamentos anteriores.
Nas próximas décadas, cada vez mais pessoas vão conviver com pais idosos, que resolveram ter filhos mais tarde. Além disso, essas pessoas vão ter de aprender a conviver com pais que, na faixa dos 60 anos, vão ter novos namorados e namoradas. Aos poucos, o Brasil vai deixando de ser um país jovem e dos jovens.
Nós, mulheres, subimos aos céus quando ouvimos as três palavrinhas mágicas: ''eu te amo''. Afinal, é a melhor expressão do que nosso parceiro sente por nós.
Mas acredite: para declarar o amor, nem sempre é necessário dizer algo. Essa demonstração está também em atitudes diárias que, muitas vezes, passam despercebidas por nós.
A seguir, oito leitoras revelam os gestos mais expressivos de seus companheiros. Os depoimentos comprovam: o sentimento está menos no que é dito e mais no que é feito.




Boa tarde meninas,
Os homens em geral não gostam de discutir a relação com suas companheiras. Uma pesquisa conduzida pela Universidade de Southern, na Califórnia (EUA), aponta que o que acontece é que eles deixam de prestar atenção no conteúdo da conversa quando percebem que o rosto da mulher está com expressão de raiva ou medo. Isso porque os cérebros femininos e masculinos se comportam de maneira diferente em situações de estresse breve, o que pode ser, além de uma briga com a parceira, uma discussão de trabalho ou familiar.
No caso dos homens, a região cerebral responsável por interpretar sentimentos alheios fica com a atividade reduzida. No caso delas, o efeito é contrário. A conclusão do experimento não se aplica só aos desentendimentos de casais, mas parece confirmar a falta de habilidade dos homens nas discussões de relação. “Homens têm menos facilidade em lidar com as emoções do que as mulheres, de forma geral, diz a psicoterapeuta Cecília Zylberstajn, da PUC de São Paulo.

Segundo ela, a falta de atenção ou importância que o parceiro dá para uma conversa pode ter relação com as diferenças de linguagem entre os gêneros. Ou seja, ele pode não dar a devida atenção porque não acha que há necessidade. “Temos que levar em consideração as diferenças de gênero para nos comunicarmos melhor”, diz a psicoterapeuta.
Falamos a mesma língua?
As mulheres têm uma tendência a mostrar a raiva de forma mais velada durante os desentendimentos que os homens. “Fazem tromba, caras e bocas, são irônicas”, explica Zylberstajn. Com isso, alguns parceiros realmente não percebem que algo está errado, visto que a forma masculina de expressão é mais direta. “Falar de forma indireta não ajuda”, aponta a psicóloga.
Se discutir a relação é inevitável, há formas mais eficazes e menos traumáticas para dizer ao parceiro coisas que incomodam ou não estão bem resolvidas. Deixar a poeira baixar em vez de sair gritando no ouvido do marido ou namorado é a melhor maneira de tratar o problema, como recomenda a psicoterapeuta. Com um nível de tensão menor, o diálogo fluirá e ele prestará mais atenção.

Um ponto importante na comunicação é falar na primeira pessoa. “Em vez de falar que o outro é egoísta, diga como se sente quando ele faz isso. Discutir a relação é mostrar para meu parceiro a conseqüência da atitude dele”, diz Zylberstajn, que também recomenda não deixar críticas se acumularem porque a tendência é que as pequenas coisas se juntem e virem um problema maior.
O que é mais importante para você: sua forma física ou sua vida amorosa? A gente entende que cuidar do corpo é importante e faz parte de uma vida saudável, mas amar também é lindo e uma coisa não deveria sobrepor a outra. No entanto, uma recente pesquisa do Max Planck Institute for Human Development na Alemanha mostrou dados deprimentes: as mulheres se dizem mais felizes estando magras do que num relacionamento.
O estudo monitorou 24 anos das vidas de mulheres alemãs (entre 1984 e 2008) e descobriu que mais mulheres estavam felizes por estarem no peso que julgavam adequado, do que por ter um relacionamento estável. Estar acima do peso, por outro lado, foi considerado mais deprimente e excludente do que ser solteira.
O lado positivo disso é que indica que menos mulheres estão preocupadas com um possível casamento e de certa forma representa uma mudança no papel social esperado delas. Mas não precisamos nem começar a comentar o lado negativo, não é mesmo? Desde quando ser magra garante a felicidade de alguém?
A comediante e filósofa Carol Zoccoli, que participa do show de stand up comedy feminino “Humor de Salto Alto”, acredita que o mau humor e a irritação de homens e mulheres seja diferente. “Mulher é mais histérica – embora muitos homens também sejam. Além disso, tem a TPM, que faz você se irritar até com um guardanapo dobrado diferente”, diz. Mesmo sendo comediante, ela confessa que não usa o humor o quanto deveria para driblar a irritação. “Se eu não estiver irritada, tudo bem. Mas não lido muito bem com a irritação alheia”, diverte-se. O que não é tão ruim, já que o perrengue dos outros é matéria-prima para o trabalho da comediante.
Perguntamos a algumas mulheres o mais as tira do sério em situações cotidianas. Veja abaixo o que as deixa loucas. No mau sentido:
Na academia

Malhar, por si só, já é desagradável para muitas pessoas. Mas mesmo que gosta de ir para a academia perde a paciência com gente desfilando e se achando deslumbrante. A redatora publicitária Melissa Pio, 24 anos, se irrita em particular com os sarados feios. “Quer uma dica? Vai aprender a dançar, que é o que os feios têm que fazer pra ganhar a mulherada”, desabafa. “Eu beijo bocas, e não músculos!” Para coroar a sessão de tortura dos nervos, a campeã de reclamações é gente que sai do aparelho de musculação e o larga suado para o próximo usar - imperdoável.
No trabalho
Nada tira tanto uma mulher do sério no trabalho do que comportamentos não profissionais. Aí, as queixas são intermináveis: o chefe que incompetente ou histérico, o colega que faz piadinhas machistas ou comentários desnecessários, aquele que espia seu trabalho por cima do ombro. Em resumo, gente que não percebeu que está num ambiente de trabalho e que ali não é lugar para dramas e barracos, muito menos para intrigas e egos feridos. “Sou designer e, como todo designer, o que mais me irrita é cliente sem noção, que pede pra mudar alguma coisa toda hora. É típico daquele que não sabe o que quer”, reclama Joana Rocha, 33 anos.
Na balada

Gente pegando no braço e puxando pela roupa destroem o bom humor de qualquer mulher na balada. Depois de se arrumar e sair para uma noite que promete ser divertida, ninguém quer um bêbado inconveniente no seu pé. Depois dos chatos abusados, campeões de reclamações, vêm as filas e bebida ruim. A comediante Carol Zoccoli detesta as multidões. “Odeio balada muito cheia, em que você não consegue nem pegar uma bebida. Além dos banheiros de balada, sempre sujos. Eu vou no banheiro de homem e não estou nem aí”, desabafa.
No restaurante

Nada pior do que a comida vir ruim e o serviço ser lento. Claro que há graus e graus de descontentamento mas, normalmente, quem escolheu o restaurante sabe qual a expectativa que pode ter. E dá nos nervos quando o jantar fica abaixo do esperado. No extremo oposto, Zoccoli não suporta o excesso de simpatia. “Eu odeio quando o desgraçado do dono manda o garçom ficar em cima. Você está acabando, e o garçom já está tirando o prato, o copo, não me deixa comer em paz”, diz a comediante.
Na loja
Por unanimidade, a vendedora que empurra coisas, que mente sobre como as peças ficaram e que não deixa a cliente escolher em paz é o maior alvo da fúria feminina. Em menor escala, há queixas também para o oposto: a vendedora que ignora a cliente e que praticamente precisa ser perseguida pela loja para dar atenção à compradora. Modelagens muito pequenas, espelhos e iluminação ruim também ganharam torpedos. “Detesto aqueles provadores com espelhos que devem ter sido manufaturados no inferno, pois acabam com sua auto-estima assim que você entra, fazendo você se sentir gorda demais, magra demais, com celulite demais”, diz Melissa Pio.
Para lidar coma raiva e a irritação, Cecília Zylberstajn recomenda não represar o sentimento. “Quando mais você segura, menos você tem controle”, diz. O problema é ter reações desproporcionais, que indicam que as coisas não vão bem.

A melhor maneira de expressar a raiva é direcioná-la a quem cabe; nada de descontar em quem não tem nada a ver com o assunto. É preciso reagir proporcionalmente, em escala: conversar, dar dicas do que a pessoa sem noção pode fazer para mudar de comportamento, e se nada mais funcionar, às vezes é necessário ser ríspido. E, desde que não vire o jeito padrão de resolver os problemas, explodir de vez em quando não é tão ruim. O que não vale é engolir a irritação a seco.