quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Ser chique sempre

Boa tarde meninas,

Texto: GLÓRIA KALIL

Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.
A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.
Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano.


O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.

Chique mesmo é quem fala baixo. Quem não chama atenção com suas risadas muito altas ,com palavreado grosseiro, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.
Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.
Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, não constranger convidados sendo dono da festa ,nem procurar saber o que não é da sua conta.
Chique mesmo é parar na faixa e dar passagem ao pedestre e evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.
Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio, tratar bem seus funcionários.
Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir, nem na de falar.
Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor. É "desligar o radar" quando estiverem sentados à mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção a sua companhia.
Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.
Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!

Mas para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos retornar ao mesmo lugar, na mesma forma de energia.
Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não te faça bem.

Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Mulheres bem sucedidas são mais propensas ao divórcio.

Boa tarde e bom fim de semana,

Ganhar mais que o marido pode causar o fim do casamento, de acordo com uma pesquisa americana. As mulheres que colocam mais dinheiro em casa seriam 38% mais propensas ao divórcio.


Para chegar a essa conclusão, a equipe estudou os relacionamentos e os rendimentos de mais de 2,5 mil pessoas do sexo feminino. As participantes se casaram pela primeira vez entre 1979 e 2002.

O cientista Jay Teachman, da Universidade Western Washington, disse ao jornal Daily Mail que pode haver várias razões por trás dessa estatística, como orgulho masculino ferido e reações negativas das mulheres ao fato de o parceiro não ganhar tanto quanto elas.



Vale acrescentar que um estudo da Universidade de Cornell ainda constatou que homens financeiramente dependentes são mais sujeitos a serem infiéis. As puladas de certa seriam uma forma de afirmar a masculinidade.

Curiosidades sobre os homens

Boa tarde meninas, Defendem seu território: Já reparou que seu namorado não desgruda de você quando outro cara aparece? Pode não ser nada mais que um amigo, mas ele encara isso como uma ameaça. Isso acontece porque o dever do homem é defender seu território. Embora as mulheres tenham crises de ciúmes, eles são muito mais propensos a se tornarem violentos quando veem uma ameaça à sua vida amorosa. Eles são mais emotivos: Homens adultos também respondem com a emoção mas, só antes de entenderem o que estão sentindo, diz uma pesquisa de 2008. Quando se dão conta , eles fazem de conta que nada acontece. Isso se dá pelo costume de reprimir os sentimentos, o que faria com que eles lidassem melhor com uma possível ameaça. Mantém o foco na solução dos problemas: Enquanto as mulheres precisam desabafar e ouvir conselhos para resolverem uma questão, eles só querem resolver o problema. De acordo com pesquisas, o cérebro masculino não responde quando alguém quer desabafar ou falar sobre um problema. Os estudos indicam que a cabeça deles busca uma solução para tudo e não se preocupa em oferecer solidariedade ou compreender sentimentos alheios. Eles olham para outras mulheres: Homens têm seis vezes mais testosterona do que as mulheres e, de acordo com pesquisa da Universidade de Columbia, em Nova York, ela prejudica a área que controla o impulso no cérebro deles e explicaria o porquê de olharem sempre que uma mulher passa por perto e se esquecerem logo em seguida. Querem mostrar quem está no comando: Sabe aquela história de filmes em que um menino sempre apanha de outro mais forte no colégio e depois dá a volta por cima? Os homens precisam definir quem está no comando para não se sentirem ansiosos sem saber como agir. Muitas vezes, o uso de força e humilhação aos companheiros é garantia de que alguns deles estarão no comando, até que alguém mais forte apareça. Brincando com o papai: As brincadeiras entre pais e filhos são, em geral, diferentes das das mães. Entre lutas e jogos espontâneos, eles estão tentando preparar os pequenos para aprender melhor, serem mais confiantes e prepará-los para a vida real. Pais presentes apresentam menores níveis de testosterona e, segundo estudos, isso faria com que fossem mais evoluídos do que os outros. Eles teriam mais chances de fazer com que seus genes passassem de geração em geração. Têm preocupação com relacionamentos: Com o amadurecimento, os homens veem que precisam de uma companheira ou companheiro. Estudos mostram que, passada a fase de competição por status e parceiras até os 30 anos, eles dão mais valor aos laços afetivos e relacionamentos. Eles também querem compromisso: Quando chegam perto dos 30 anos, em geral, eles querem sossegar, diz um estudo boliviano de 2007. De acordo com outra pesquisa, 60% deles querem casar e, mais que isso, serem felizes para sempre. No entanto, 40% dos homens têm dificuldades em serem fiéis, o que, de acordo com pesquisa publicada na “Proceedings of National Academy of Science”, pode ser um problema genético. São mais vulneráveis com a solidão: Não é que as mulheres gostem de ficar sozinhas, mas eles sofrem mais com isso, diz um estudo da Universidade da Califórnia. Homens – principalmente os mais velhos - são menos ativos socialmente do que elas e, por isso, sofreriam mais. Os que estão em uma relação estável são menos ansiosos e vivem mais.

Carreira de gordinhas

Ola meninas

Nem sempre ser eficiente, responsável, dedicada e talentosa pode render às mulheres o tão sonhado emprego. Uma pesquisa realizada pela Universidade de East Lansing, em Michigan, nos Estados Unidos, concluiu que, mesmo não sendo consideradas obesas, as que apresentam sobrepeso ocupam nas empresas muito menos vagas de destaque do que os homens.


Aqui no Brasil não existem estudos a respeito, mas há gordinhas bem resolvidas com seu corpo e sua carreira que dizem já ter se sentido discriminadas profissionalmente.

Alcione Ribeiro, 32 anos, publicitária que vive em São Paulo, é uma gordinha assumida. E feliz! Ela atua como redatora publicitária e editora de conteúdos pela internet. Conta que não encontrou nenhum problema para conquistar o atual emprego, mas que nem sempre foi assim.

"Meu atual chefe me conheceu por e-mail, gostou do meu trabalho e me convidou para fazer parte da equipe. Só então ele me conheceu pessoalmente. Mas nem sempre foi assim, nunca sofri o preconceito direto e abertamente, mas tenho certeza de que fui eliminada em alguns processos seletivos por causa do meu peso, já que eu correspondia muito bem a todos os outros requisitos para a vaga. Porém, a diferença está em como reagia a isso, nunca deixei me abater".

Na opinião de Alcione, a discriminação contra as mulheres gordas no mercado de trabalho não é algo generalizado. Mas está presente e acontece devido ao preconceito criado pelos próprios recrutadores.

"Hoje em dia temos excelentes profissionais que ocupam cargos importantíssimos em grandes empresas e estão acima do peso, uma vez que a capacidade de raciocínio independe da condição física. É claro que devemos levar em consideração que não é qualquer cargo que uma pessoa acima do peso pode ocupar, é complicado quando se exige algum tipo de esforço físico maior. Mas não acredito que a pessoa gorda seja incapaz de cumprir suas funções tão bem quanto uma pessoa magra. Acho que muitas vezes a discriminação ocorre por um preconceito criado pelos recrutadores, pois duvido que exista uma empresa sequer com a regra ‘proibido contratar gordos’ em suas normas e estatutos. O problema está nas equipes de RH, na falta de amadurecimento dos processos seletivos e, principalmente, na falta de avaliação efetiva de cada candidato".

De fato, segundo Melina Graf, gerente de Planejamento de Carreira da empresa Xavier Recursos Humanos, muitas vezes ocorrem casos em que pessoas obesas são preteridas em processos seletivos. "A empresa julga que eles podem ter problemas de saúde, faltar no trabalho para ir ao médico ou algum tipo de dificuldade que envolva o esforço físico".

Ela ressalta, porém, que não é a aparência que define a contratação de um colaborador e sim as competências e experiências que ele tem a oferecer para a empresa. "No entanto, em alguns mercados - como vendedora de cosmético, mercado de luxo, aeromoças, recepcionistas de eventos, agências de modelo, mercado de esportes, entre outros - existem algumas exigências em relação à beleza, pois o colaborador leva a imagem da empresa para os clientes".


De forma geral, diz Melina Graf, ser gorda não é fator limitante para o desenvolvimento de algum tipo de atividade profissional. "O importante é a forma como ela pode contribuir para a empresa e os resultados que pode gerar. Infelizmente as pessoas acabam sendo estereotipadas pelo seu tipo físico. Nestes casos, precisam provar que esse pré-conceito não é verdadeiro. E isto é demonstrado com o trabalho no dia a dia. Se o trabalho não exige esforço físico, a agilidade e a performance podem ser iguais para todos".

Brasileiras casam com homens mais novos.

Ola meninas,

Ano a ano, as pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o registro civil revelam as mudanças pelas quais está passando a sociedade brasileira.



Uma dessas mudanças foi divulgada nesta sexta-feira: são cada vez mais comuns os casos de mulheres que se casam com homens mais novos. A atriz Suzana Vieira ou a apresentadora Ana Maria Braga são apenas os casos mais conhecidos de um fenômeno que se espalha pelo País.



Os casais estão mudando. Hoje, em 23% dos casamentos a mulher é mais velha do que o homem. Em 1999, eram 19,3%

Segundo o IBGE, os casamentos em que homem são mais velhos do que as mulheres ainda compõem a ampla maioria. Porém, na comparação entre os anos de 1999 e 2009 existe um aumento significativo de mulheres que se casam com homens mais novos. No final do milênio, em 19,3% dos casamentos as mulheres eram mais velhas do que os homens. No ano passado, esse número chegou a 23%. Este é um dos poucos casos que acontecem com a mesma intensidade em todos os Estados do País. É um retrato de um País que aos poucos vai superando alguns tabus. Outro deles é que só é possível ser mãe no começo da juventude.

Em São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Distrito Federal já há mais mulheres tendo filhos quando estão na faixa entre 25 a 29 anos do que na faixa entre 20 e 24 anos. Além disso, há mais mães com idade de 30 a 34 anos do que mães adolescentes nesses lugares. No Brasil, contudo, os nascimentos ainda estão concentrados na faixa etária que vai dos 15 aos 24 anos. Um resultado prático desta mudança é que cada vez mais pessoas se separam antes de ter filhos. Casos como este respondiam por 25,6% das separações em 1999. Hoje, respondem por 37,9%.

Os divórcios sem filhos estão cada vez mais comuns. Em 1999, eles respondiam por 25,6% do total. Hoje, são 37,9%

Com essas mudanças, o Brasil começa a conviver com um número cada vez maior de modelos de famílias. Nas décadas anteriores, o País experimentou a o crescimento do número de famílias nas quais os filhos são de casamentos anteriores.

Nas próximas décadas, cada vez mais pessoas vão conviver com pais idosos, que resolveram ter filhos mais tarde. Além disso, essas pessoas vão ter de aprender a conviver com pais que, na faixa dos 60 anos, vão ter novos namorados e namoradas. Aos poucos, o Brasil vai deixando de ser um país jovem e dos jovens.

Open Boots

Ola meninas,

Há uma variedade de modelos e nomes para os calçados, novos conceitos foram criados para deixar as mulheres cada vez mais loucas por sapatos.



Um destes modelos são as "open boots" que nada mais são que as botas recortadas, e agora com recortes vazados, desenhos e muitas vezes até se parecem com renda, por exemplo.


O mais legal destes modelos é que podem ser usados no verão, já que deixam os pés respirar como no inverno, onde você pode usar com meia sem problema.

Para o verão, os destaques são as cores fortes, nude, tons pastel ou os candy.


Escolha ja o seu!

sábado, 13 de novembro de 2010

Cabe na bolsa!

Ola meninas,

Já estava na hora de ter um site de compras coletivas só para as mulheres, não é?

Pois o CABE NA BOLSA foi feito para você!


O CABE NA BOLSA ajuda a aproveitar ao máximo tudo que acontece de melhor na sua cidade: tratamentos de beleza, bares, maquiagem, restaurantes, cremes, acessórios, spas, cursos e muito mais!

Oferecem diariamente ofertas com as melhores marcas e até 90% de desconto.

Estão operando no Rio de Janeiro, ampliando em breve a todas as regiões do país.

Basta se cadastrar para receber ofertas imperdíveis todos os dias.

Você pode convidar suas amigas e ganhar R$12 na primeira compra de cada amiga indicada. Se 30 amigas suas comprarem pelo site, você ganha R$360,00 para fazer suas compras. Com as ofertas dá até pra repaginar o armário, hein?

Você pode encontrar o CABE NA BOLSA nas principais redes sociais e ficar por dentro de tudo:


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