quinta-feira, 19 de maio de 2011

Sobretudo para o inverno

Bom dia meninas!


Para ficar protegida neste inverno sem perder o charme e a elegância, o sobretudo ou trench coat, é peça indispensável em qualquer armário feminino.



O sobretudo fica ótimo com qualquer produção e ocasião. Com modelos variados e modelagens modernas, ele pode ser encontrado em comprimentos na altura dos joelhos para baixo, com detalhes como peles, bolsos, amarrações, aplicações, nos tecidos mais leves aos mais pesados e em cores que vão desde as neutras até as mais coloridas e contrastantes.

Mulheres de estatura baixa devem apostar no casaco sobretudo mais curto para não achatar a silhueta, já as mulheres de estatura mediana a alta, podem abusar de qualquer comprimento. Para as mulheres acima do peso, o sobretudo é uma ótima opção para esconder e disfarçar os quilinhos a mais.

Para looks mais clássicos e discretos, uma dica de como usar sobretudo é combinar calça de alfaiataria com o casaco em cores neutras e escuras.

Para produções mais descoladas e modernas, opte pela composição do sobretudo com calça jeans, legging, meia fina, ou invista nos sobretudos coloridos estilo color blocking ou estampados.

As cores de sobretudo para o inverno que mais se destacam nesta temporada são o camelo, branco, cinza e preto, para looks mais discretos e azul, vermelho, roxo, rosa, verde e amarelo para looks mais despojados.



Aberto ou fechado, o trench coat pode ser usado da maneira que desejar. Uma dica para deixar a produção ainda mais charmosa, é utilizar o sobretudo inteiro fechado como vestido, para afinar e alongar a silhueta, ou complementar com detalhes como cintos e faixas marcando a cintura.


Nos pés, use calçados confortáveis como botas com salto médio, sapatos oxford e sapatilhas para usar durante o dia e para um look mais elegante e sofisticado, aposte nas botas de salto alto, ankle boots, sandálias pesadas e peep toe.

Os acessórios como cachecol, lenços, luvas e gorros além de proteger ainda mais nos dias frios, dão um toque especial para o modelito.

Fonte: Bolsa de mulher.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Música do dia!

Bom diaaaaaa!

Para animar sua terça e dar um gás para terminar a semana Black Eye Peas, clipe todo filmado no Brasil, bem bacana.


Morar junto ou casar?

Bom dia moças e rapazes!

Muitos casais, após certo tempo de relacionamento, começam a se perguntar se deveriam apenas morar junto ou casar. Porém, a lei considera que união estável é “a convivência duradoura, pública e contínua, de um homem e uma mulher, estabelecida com objetivo de constituição de família”; sendo assim, morar junto já é considerado uma espécie de casamento na prática.



A diferença maior entre os dois casos é a forma com que o casal vê sua relação. Há quem acredite que seja necessário assumir um compromisso oficial perante a sociedade para demonstrar seu comprometimento e há quem pense que morar junto dividindo a vida a dois já é o suficiente. Casar implica em custos, não necessariamente em custos de cerimônia, mas a oficialização em cartório é um investimento.



Existem casais que optam pelo casamento no civil por questões burocráticas, para que conste em seus documentos que a união é oficial e para que os filhos nascidos desta relação não tenham problemas com seus documentos, matrícula escolar e para que não fiquem na dúvida sobre o relacionamento de seus pais.




De qualquer forma, ao decidir morarem juntos, seja casados ou apenas vivendo na mesma casa; é preciso aprender a lidar com a rotina a dois, divisão de responsabilidades, inclusive das financeiras. É neste momento que se pode ter uma real idéia se o relacionamento pode ser duradouro ou não, pois durante o namoro a vida do casal é mais simples, pois se encontram em momentos determinados, dividem mais momentos agradáveis e poucos problemas.


Em vista disso, alguns psicoterapeutas de casais acreditam que é importante fazer um teste antes de decidir tomar esta decisão tão importante e desafiadora na vida dos dois. Talvez o casal possa morar junto alguns meses antes de oficializar a união ou de se mudar definitivamente para uma casa juntos para detectar se é a hora certa para isso.




Em todo caso, é importante que se mantenha em mente o respeito às diferenças e a busca da harmonia entre os dois, pois cada um tem opiniões, hábitos e valores diferentes. Assim, evita-se que a convivência se torne um problema em face às dificuldades do dia-a-dia e que o casal acabe se afastando como consequência de problemas mal resolvidos


Fonte: Bolsa de mulher

Vai um antidepressivo aí?

Bom dia meninas!

Não é raro encontrar nos dias atuais pessoas que ainda acreditam que psiquiatra e psicólogo são destinado aos “loucos” e por isso não procuraram um tratamento adequado para aliviar seu sofrimento, ou pior, tomam remédio sem orientação médica.

O mercado de medicamentos psiquiátricos é vasto, e sabe-se hoje que as doenças psiquiátricas podem estar relacionadas com a falta de algumas substâncias (neurotransmissores) que fazem a comunicação entre as células do cérebro (neurônios). Os psicotrópicos fazem justamente reequilibrar a concentração desses neurotransmissores. Existem seis classes principais de medicamentos psiquiátricos:
•Antidepressivos, em casos de depressão;
•Estimulantes, usados para tratar distúrbios como o transtorno do déficit de atenção, etc;
•Antipsicóticos, que são usados para tratar psicoses, esquizofrenia e mania;
•Estabilizador do humor, utilizados para tratar o transtorno bipolar;
•Ansiolíticos, usados para tratar transtornos da ansiedade;
•Depressores, que são utilizados como hipnóticos, sedativos.



Por serem causadas por um desequilíbrio químico, algumas doenças psiquiátricas podem melhorar com o uso de medicamentos apropriados durante um determinado período de tempo, normalmente nas primeiras semanas de tratamento já é notável a melhora. Os efeitos colaterais variam de acordo com a medicação, na maioria dos casos são leves e desaparecem logo após o início do tratamento (p. ex.: náusea, boca seca, insônia).
Entre as queixas mais comuns dos consultórios psiquiátricos estão a ansiedade e a depressão. Nestes casos, a atuação dos medicamentos podem tornar a psicoterapia mais efetiva, pois reduzem os sintomas e facilitam a interação dentro da terapia.

Por exemplo, se uma pessoa apresenta um quadro de ansiedade alta, pode ter dificuldades de concentração e comunicação com o terapeuta (o ansioso nunca consegue viver no presente, está sempre preocupado com o futuro) e até mesmo de se expor às habilidades sociais que são comprometidas nesses casos. A medicação ajudará o paciente na redução dos sintomas, e assim responder à psicoterapia de maneira mais adequada.



Portanto, medicação e psicoterapia devem caminhar juntas, por isso a diminuição do remédio está sempre associada à evolução da terapia.

A prescrição do medicamento deve ser feita por um médico psiquiatra, que após uma entrevista inicial indicará o remédio e a dose específica para cada caso, portanto não se deve utilizar o remédio da amiga, da mãe, da vizinha porque está fazendo “efeito” e acreditar que você terá o mesmo resultado. Psicólogos não podem receitar nenhum tipo de medicação.

É importante dizer que a psiquiatria obteve grande evoluções em seus tratamentos, há muito pouco tempo pessoas eram submetidas a eletrochoques em hospitais psiquiátricos (o filme “Bicho de sete cabeças” retrata muito bem esse momento) e que os medicamentos são hoje resultados de longas pesquisas que possibilitam o uso de um psicofármaco mais eficiente com menos efeitos colaterais.



Porém, eles não deixam de ser uma droga que não devem ser vistas como “pílulas da felicidade”, onde existe uma para ser feliz, outra para ficar tranquilo, outra para dormir. É necessário encontrar a causa do sofrimento psíquico através da psicoterapia e não esconder os sintomas através da medicação.


Por Andreia Mattiuci

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Detetive cita sete pistas para identificar homens e mulheres que traem

Boa tarde meninas e meninos,

Nas minhas andanças pela net achei essa reportagem bem interessante para vocês no site uol!

Esqueça aqueles velhos clichês de novelas e filmes dos anos 80 em que a esposa desconfiada investiga os pertences do marido até achar uma malfadada mancha de batom no colarinho da camisa ou um comprovante de cartão de crédito com nome de motel.



Hoje em dia, os batons têm melhor qualidade, os motéis se escondem sob a sutileza de uma razão social pouco sexy e os infiéis estão um pouco mais atentos para não deixar pistas tão evidentes da traição.

Mas mesmo assim, segundo a detetive particular Angela Bekeredjian, de São Paulo (SP), ainda é possível perceber sinais que indicam a infidelidade do outro. “Namorados, noivos ou cônjuges têm seus próprios costumes e particularidades que somente os dois podem entender.

Quando um ou outro muda seu jeito de ser, é bom ficar alerta. A mudança pode ser sutil e, em muitos casos, não é para pior, mas para melhor”, conta.



HOMENS:

1. Os homens costumam ficar mais avoados e distraídos, com o pensamento distante

2. Ele passa a ouvir músicas românticas, diferentes do estilo habitual, inclusive aquelas que sempre detestou

3. Compra cuecas e meias novas – até então, a mulher se encarregava disso

4. De uma hora para outra, fica organizado: para de deixar as roupas espalhadas e de esquecer o celular

5. Ficam indispostos para sair, alegando falta de dinheiro, dor de cabeça ou preocupação excessiva. Estão sempre tensos

6. Embora tente disfarçar, o apetite sexual masculino diminui. Pelo menos, com a “oficial”

7. Dão presentes e flores sem nenhum motivo especial e ligam ou mandam e-mails para saber se “está tudo bem”


MULHERES:
1. Com a autoestima elevada, as mulheres ficam mais fogosas e dispostas a experimentar novidades na cama

2. As mulheres que cozinham bem passam a cozinhar melhor. As que não sabem fritar nem um ovo, de repente, passam a promover jantares

3. Começam a dizer que fizeram novas amigas, e para poder se encontrar com o amante, dizem que vão sair com “elas”

4. A mulher fica mais atenta a tudo, principalmente aos cuidados com a casa

5. Embora seja mais discreta, a mulher se sente valorizada por ter um amante, e isso a torna mais confiante

6. Para compensar as "puladas de cerca" e evitar que o parceiro descubra, ela fica mais carinhosa

7. Usa o celular sem falar o nome do interlocutor e mais ouve do que fala



O HOMEM QUE TRAI FICA EXTREMAMENTE NERVOSO QUANDO:



1. A mulher, em um misto de sutileza e cinismo, faz perguntas como: “Eu seria capaz de matar se soubesse que estou sendo traída. E você, perdoaria uma traição?” ou “Acho que Fulano está traindo Beltrana. Ele é muito mau caráter, não acha?”

2. A mulher ou namorada avisa que vai buscá-lo no trabalho bem no dia daquela “reunião” que vai acabar muito tarde

3. A “outra” liga. Em geral, os homens tentam assumir um tom de voz mais formal para disfarçar e até se referem à amante como “Sr. Fulano”, mas a modulação da voz entrega que estão conversando com uma mulher




A MULHER QUE TRAI FICA EXTREMAMENTE NERVOSA QUANDO:
1. Alguém comenta que a viu na rua. “Sério? Onde? Quando? Tem certeza absoluta que era eu?”

2. O parceiro pergunta em que ela está pensando

3. As amigas mais íntimas comentam com o parceiro que ela está distante e ausente

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Beleza, um conceito distorcido

Boa tarde meninas!




Nunca foi tão marcante em toda a história da humanidade, o culto ao corpo magro. O aumento de casos de transtornos alimentares é significativo em pessoas com o peso normal e bonitas.

Observo diversas mulheres com dificuldades de se vestirem, querendo e procurando se sentirem bem, mas sem opções, a não ser lojas especializadas para obesos. Roupas com tamanhos reduzidos, pessoas que se deprimem frente à falta de opção na hora de realizarem suas compras.






Movimentos vem acontecendo contra esse falso conceito de beleza, como as meninas plus size, que nos mostram como serem charmosas e felizes com seus corpos cheinhos

Porém no outro extremo desse movimento, temos inúmeras mulheres insatisfeitas com seu corpo, desesperadas em busca de um ideal de beleza impossível. Estas com sua autoestima bem fragilizadas recorrem a medicações, rituais de alimentação radicais, como jejuns prolongados, ou mesmo ingerindo quantidades mínimas de comida, o que as impede de manter um comportamento alimentar saudável.

O processo de se buscar um “eu ideal”, um jeito de ser fora do padrão real. Em função dessa construção imaginária, saem em busca de fórmulas mágicas na idealização de serem felizes. Essas imagens nos são passadas pela televisão, revistas, invadindo nossas vidas, todos os dias.

A Universidade Federal de São Paulo realizou uma pesquisa com 133 praticantes de ginástica olímpica, nadadoras e garotas que fazem aulas de educação física na escola, entre 11 e 19 anos de idade. Resultado: 74% das ginastas, 56% das nadadoras e 58% das demais confessaram o temor. Não é a toa que elas comem menos do que deveriam – 41% das ginastas fazem dieta, por exemplo. No cardápio da maioria faltam cálcio e carboidrato. Pais devem ter atenção com a alimentação dos filhos, pois uma má alimentação quando jovem pode trazer problemas quando adulto.





Vale ressaltar que o corpo ideal é aquele que é adequado para nossa estrutura física, que nos faz sentir bem, preservando a saúde. O momento é de reavaliação de conceitos, e também de se permitir ser nós mesmos, de lidarmos com nossas questões emocionais de forma adequada.

É fundamental que se procure avaliar o conceito de beleza, e procurar se necessário, ajuda especializada para desenvolver autoestima, e aprender que cada um tem sua própria beleza, do qual a faz ser única e especial

Por Luciana Kotaka

Espreguiçar faz bem!

Bom dia meninas!

Todo dia é sempre a mesma coisa: o despertador toca logo cedo, você enrola mais cinco minutinhos na cama, mas logo é obrigada a criar coragem para levantar. Afinal, é preciso seguir com a rotina e as tarefas do dia não podem esperar. E para acordar bem disposta e relaxada, nada melhor que uma boa espreguiçada.
Pode parecer estranho, mas o simples ato de espreguiçar faz bem à saúde. E os motivos para tornar aquela boa esticada no corpo um hábito indispensável são vários
O primeiro entre os benefícios de se espreguiçar é que o movimento acorda o cérebro. Os músculos se esticam, a circulação sanguínea é ativada e comunica ao cérebro que o momento de descanso terminou.



Espreguiçar também é uma boa maneira de lubrificar e manter as articulações em ordem e preservar a flexibilidade do corpo. Quando espreguiçar se torna um hábito diário, diminui as dores de cabeça e do corpo e reduz o risco de lesões.

E o melhor: O ato de se espreguiçar causa uma enorme sensação de prazer. Isso porque quando se esticam os músculos liberam a endorfina, substância causadora do bem estar, e a serotonina, que ativa a memória e a disposição corporal nos dando prazer para encarar um dia cheio de atividades.


Ótima quarta-feira a todos!